sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Funk, feminismo e libertinagem





 Ela seguiu o slogan do feminismo" "O corpo é da mulher, e ela faz o que quer!" 




(vídeo original)







Hipócritas satanizando o Mc Magrinho 
A falsidade feminista não tem limites, são as primeiras a defenderam a promiscuidade feminina, que o corpo são das mulheres, que elas têm o direito de fazer o que quer com o corpo, de transarem com quantos homens que quiserem, vestir a roupa que quer, mesmo andando pelada na rua os homens devem respeitar, e nunca serem questionadas.

Hoje a mídia brasileira perturbou fazendo escândalos, dizendo que a sociedade é machista, que faz a mulher de objeto, por causa desse vídeo, que todas as mulheres iriam ficar rotuladas. O que esse vídeo mostrou não chega aos pés, o que a Marcha das Vadias fazem, isso sim que rotula todas as mulheres de putas, porque elas fazem isso em público, pelo menos o funk esta num local fechado e especifico para isso.

No funk as pessoas vão porque quer, ao contrário da Marcha das Vadias, onde montes de putas ficam peladas nas ruas, mostrando os seios murchos, compostas de mulheres feias, que faz badernas na rua e invadem igrejas. Isso sim, que é vergonha.  Qual dos dois que é o pior o baile funk ou Marchas das Vadias? Quem fica gritando na rua que querem dar o rabo sem ser questionadas, são as funkeiras ou Marcha das Vadias?

Claro que é a Marcha das Vadias, ainda mais é totalmente apoiada pelo movimento feminista, que alega ser uma manifestação contra “mulher objeto”, que coloca a culpa na mídia, que a mulher é vitima porque perdeu o senso crítico.
Mc Magrinho respondendo para as feministas
Até mesmo a Lola Aronovich diz que vivemos na “Cultura do Estupro”, que as mulheres são estupradas, e a sociedade sempre coloca a culpa na vítima. Assistindo ao vídeo o Mc Magrinho, então ele é um estuprador, que a menina foi vitima, ele se aproveitou da situação porque ela estava supostamente bêbada? Mas a Lola no seu blog sempre apoiou a Marcha das Vadias, incentivando-as a fazerem mais marchas, para combater o suposto cultura do estupro, só pode ser brincadeira.

Não houve estupro algum, ninguém pegou a menina a força, ao contrário ela deixou se levar pela “empolgação” do momento, e fez aquilo que as feministas sempre defendem: “O corpo é da mulher, ela faz o que quer com o corpo!”. Aposto que essa menina participa da Marcha das Vadias, (ou pelo menos foi influenciada por elas), que estava procurando emoções fortes, mas quando acontece uma tragédia, o movimento feminista quer satanizar com todos os homens.

Morro não é parque de diversões, muito menos o baile funk, todo mundo que frequenta esse lugar, sabe o que se encontra lá, muitas drogas, bebidas, traficantes e pessoas extremamente perigosas. A mulher sabe dos riscos indo a esses locais, mas o movimento feminista fez uma lavagem cerebral nas mulheres tirando totalmente o senso de perigo. Quando a pessoa perde o senso do perigo, estará jogada a própria sorte, ocorrendo a sérios riscos de serem mortas, estupradas, humilhadas (como no caso do vídeo) e sofrer algum tipo de violência.

A Marcha da Vadia defendendo o baile funk e depois querem falar do video.
Isso mostra como o feminismo odeia as mulheres.


O Mc Magrinho disse que estava espantado do ocorrido, já que isso é normal acontecer nos bailes funks, então porque do escândalo? Na época do 2ª Grau haviam duas garotas que eram funkeiras (início dos anos 90), elas tinham 15 e 16 anos, e já tinham famas de rodadas. Até que um dia, a escola toda ficou sabendo que uma delas transou com 4 homens  ao mesmo tempo no baile funk dentro de um carro.  Ou seja, o que o Mc Magrinho falou sempre foi uma coisa antiga, ainda mais a falsidade do movimento feminista, que critica o tal ato, mas defende totalmente a Marcha das Vadias. Realmente vivemos no mundo hipócrita começando pelas feministas.




Trabalho sobre o feminismo


















quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Pedófilo diz que estupro infantil não deixa traumas


O texto abaixo foi escrito pelo filósofo Paulo Ghiraldelli Júnior, que se auto titula como “Filósofo de São Paulo, que mostra claramente como esse elemento defende abertamente a prática de pedofilia, que o estupro infantil não provoca traumas na criança, porque as crianças já possuem desejos sexuais, e pedem para serem abusadas pelos adultos, e quando crescer sentirá orgulho disso, de que foi molestado na infância.

As coisas estão tão escancaradas, que Paulo Ghiraldelli Júnior, falou na TV aberta que se envolveu com uma menor de idade de 16 anos, e ele tinha 50 anos. O pior que ele falou isso no programa do Jô Soares, onde tudo mundo achou engraçado, até mesmo o Jô, que não fez críticas a ele.

Ao contrário, quando o Padre Fábio de Melo deu a entrevista no Jô Soares com a camisa escrito “Todos contra a pedofilia” Jô Soares debochou do padre, e ainda cobrou mais austeridade contra os padres pedofilos, mas com Ghiraldelli, Jô achou engraçado.

Pior é que esse elemento, já deu entrevista no Café Filosófico, para ver como está a intelectualidade brasileira, pois como filosofo, ele é péssimo, é apenas um “papagaio inconsciente”, onde repete aquilo que esta escrito nos livros, sem formar a sua própria opinião, não passa de um especulador mental.

Um homem que se julga intelectual, que defende a pedofilia, e chama quem é contra essa prática de nazista, pois esse elemento merece ir para cadeia. Quando aparece um padre pedofilo, as mídias fazem escândalos, mas quando um “esquerdista” ou um gay (Luiz Mott, no seu livro “Moleque Ideal”) a mídia não diz nada.
Veja o vídeo e o texto abaixo:







Amor e sexo entre pequenos e grandes



Molestar criança não deixa trauma. Disse
Paulo Ghiraldelli Júnior
A nossa história está repleta de exemplos de uniões com êxito – legitimadas por épocas, locais e culturas correspondentes – entre pessoas de idades diferentes. A nossa história registra casos em que relações sexuais, até mesmo com certa violência, não deixaram marcas físicas e psicológicas em nenhuma das pessoas que estiveram envolvidas com isso na infância (lembrem de suas infâncias, leitores). A nossa história tem nos ensinado, também, que não são poucas as crianças que fantasiam experiências com adultos e que, uma vez perguntadas se foram “abusadas” sexualmente, dizem sim – com orgulho, de acordo com a expectativa dos que perguntam.
Esses três itens, se bem observados, já seriam o suficiente para que a “caça às bruxas” que nossa sociedade ocidental tem desenvolvido recentemente contra o que classifica de “pedofilia” fosse repensado. Todavia, parece que as pessoas que descobriram esse filão – a denúncia da pedofilia – já não estão mais interessadas em desenvolver esse tipo de reflexão que eu levo adiante, pois elas temem perder o emprego. Sim, infelizmente, a denúncia da pedofilia virou menos um dever de cidadão e mais um emprego. E eis que nossa sociedade começa a se aproveitar de um rousseuísmo perverso, disseminado entre nós, para condenar toda e qualquer prática de relacionamento que não se enquadre nos padrões que elas acham o correto. O resultado parece ser algo pouco saudável. O resultado nos coloca na busca de uma comunidade asséptica, que ao fim e ao cabo deverá punir todos os que não fazem sexo no estilo “papai e mamãe”, isto é, de pijama, só depois da novela e, enfim, rigorosamente com parceiros heterossexuais e de mesma idade.

Isso não é só hipocrisia. Isso não é só cegueira ideológica e, quem sabe, religiosa. Isso é nazismo. Tudo que destoa de um padrão que não é de fato padrão, pois ninguém segue, mas que é adotado como padrão por funcionários públicos e pessoas mal amadas, é transformado em crime. Começamos o retorno a um clima de Inquisição: todos são pecadores, todos são pedófilos, pois em algum momento entraram em um site – e tiveram tal atividade registrada no seu PC – que continha algum tipo de foto considerada por esses especialistas como “fora da lei”. Aos poucos, pais que tomam banhos com filhos começam a ser vistos como pervertidos. O terrorismo em uma sociedade pode ser feito de diversas maneiras.

Tudo isso é incentivado pela “denúncia anônima”, que é um perigo – todos sabemos. Cada um pode pegar seu telefone e denunciar o comunista de hoje em dia, ou seja, o “pedófilo”. Junto com o pai que não paga pensão, com o ladrão de galinha e com aquele que realmente nunca fez nada de errado mas tem inimigos, o pedófilo é agora o “top de linha”. Já ganha, de longe, para o suposto marido que agride a esposa. É o inimigo número 1 da nação. Pobre nação.

Aos poucos, na busca de conseguirmos uma sociedade melhor, em que pessoas que possam ser violentas sejam coibidas, damos passos largos para a criação de uma sociedade que ampliará a criminalização a um ponto de enfrentarmos os mesmos problemas que a sociedade americana enfrenta. Qual? Hoje, os Estados Unidos possuem um número de presos que é proporcionalmente o dobro do de outros países campeões nessa modalidade. Visivelmente isso não é Justiça; é isso que os americanos discutem atualmente. Eles se perguntam: em que momento de nossa história demos o passo errado e criamos um monstrengo que faz com que todo e qualquer cidadão possa ter uma ficha policial com alguma infração? E pior: em que momento entulhamos nosso aparato judiciário de modo que os crimes que realmente prejudicam a sociedade como um todo foram deixados de lado?

Estou longe de querer deixar crimes impunes. E mais longe ainda de fazer a defesa de algo como a pedofilia. Mas não concordo com a forma como a nossa sociedade está julgando várias pessoas, sem levar em conta nossa tradição cultural, sem considerar o que de fato consideramos correto no Ocidente, e o que é e o que não é “abuso sexual” com crianças e jovens.

Nisso tudo há uma falta completa de reflexão filosófica. E as pessoas que estão envolvidas em órgãos que buscam coibir a pedofilia, nem sempre se mostram preparadas para entender situações que só com mais esclarecimento intelectual e mais vivência poderíamos entender. Uma coisa que essas avaliações não levam em conta é que crescer e se tornar adulto não é uma tarefa fácil. Nem todos conseguem. Talvez, até, possamos dizer: poucos conseguem. Parece natural nascer e crescer e ficar adulto. Mas não é natural. É um processo social e histórico.

Caso os que estão envolvidos em estudos sobre pedofilia, abuso sexual, relacionamento familiar, violência doméstica etc. quiserem começar a pensar seriamente, podem inciar pelo filme “Little Children” (“Pecados íntimos”, no Brasil). Ele esteve em nossos cinemas, e agora já está disponível nas locadoras. Não prestem atenção somente no pedófilo do filme. Prestem atenção em todos os personagens. Cada um deles, em um determinado momento, ainda está preso em sua própria infância ou em uma situação em que a infância ainda não se tornou coisa do passado em sua vida. Apesar de todos serem oficialmente adultos e de todos tentarem cumprir, como nós, suas obrigações sociais, todos os personagens são um pouco ... infantis. Cada um de nós, de algum modo, é um daqueles personagens. Cada um de nós não cresceu tudo que queria ou tudo que deveria. Somos “pequenas crianças”. E as crianças, muitas vezes, sabem disso. No limite, às vezes é mais fácil uma criança levar na brincadeira – e não ficar traumatizada – um jogo sexual proposto por um adulto do vermos tal jogo ser aceito entre dois adultos que estão marcados por outros traumas. Os olhos dos adultos é que ficam marcados, e não por terem sido atacados, quando crianças, por supostos pedófilos.

Isso precisa ser levado em conta para analisar cada caso, e ver a diferença entre alguém que precisa de um tratamento por ser pedófilo e alguém que está propondo práticas – que no limite não serão malévolas – que são as possíveis de serem propostas segundo uma série de fatores culturais.

É claro que quando se fala de sexo, há pessoas que ficam de cabelo em pé. As mesmas pessoas que não se chocam com a morte bárbara de uma mulher esfaqueada ficam horrorizadas se uma outra mulher morreu em um estupro. A faca na garganta não tem importância. Mas um apertão no pescoço em uma luta de abuso sexual, esta sim, é crime bárbaro e um pecado. Um bandido que dá um tiro na cabeça de uma criança deve ir para a cadeira elétrica ou pegar prisão perpétua, dizem muitos. Mas dizem, às vezes, sem ódio. Agora, um bandido que estupra uma menina de 10 anos, nem pode ter sua identidade revelada, as pessoas não querem esperar qualquer julgamento, querem linchá-lo e, principalmente, terem o prazer de cortar o pênis do homem.

Esse segundo tipo de desejo, o de castrar pessoas, deve ser observado e estudado. As pessoas que desejam castrar o estuprador ou o que chamam de pedófilo, não raro, são tão ou mais perigosas que o pedófilo. Ele, pedófilo, se de fato é alguém que quer abusar de crianças à força, ataca individualmente. Os que querem castrá-lo são pessoas com sentimentos tendentes à direita, e podem atacar coletivamente. Podem incentivar o fascismo.

Enquanto não entendermos que é difícil ficar adulto, e que isso deve ser estudado, não iremos nos transformar em uma sociedade civilizada. Temos de compreender melhor o que o somos, para podermos saber quem de nós precisa ou não de ajuda, quem não está conseguindo crescer, ficar adulto, e quem pensa que está fazendo isso melhor do que outros. Não vamos chegar a bom termo criminalizando várias práticas sociais que até bem pouco tempo, havíamos elogiado. O amor entre pessoas de idades diferentes foi e, em alguns lugares ainda é, é uma prática incentivada no Brasil. E visivelmente desejada. Muitas de nossas avós casaram com homens bem mais velhos, quando ainda eram meninas. Não foram infelizes. Muitas meninas atraem propositalmente homens mais velhos, e isso não é o fim do mundo. Muitos relacionamentos homossexuais se dão de modo melhor quando há grande diferença de idade, e isso não traumatiza ninguém. Regras rígidas e sem uma base de estudo podem nos conduzir a criar um Brasil como prisão coletiva ou simplesmente uma sociedade infeliz.

Paulo Ghiraldelli Jr. – O filósofo da cidade de São Paulo

Fonte:




O pior está nos comentários do youtube, que as pessoas vê esse elemento como grande intelectual brasileiro, que quer ser igual a ele, quando crescer, ou seja, um defensor de pedófilo  No blog se vê visivelmente pessoas elogiando o Paulo, dizendo que ele é corajoso por escrever esse texto. Realmente a educação brasileira esta uma porcaria, criticam o Big Brother, mas elogia um pedófilo  pior de tudo ainda dá palestras e conferências. Como ninguém denunciou esse blog ainda?

O pior que o Paulo tem complexo de superioridade, todo mundo para ele é burro, nos comentários ele chama os outros de burros, porque não entenderam a mensagem dele, que não estava defendendo a pedofilia. Nos comentários do youtube, ele chama todos de burros, quando discorda da filosofia doentia dele. Enfim ele se titula como filosofo do Estado de São Paulo, mas os cidadãos de São Paulo considera mesmo essa figura?

Trabalho sobre o feminismo
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domingo, 9 de fevereiro de 2014

Download dos livros de Nessahan Alita


Comentando Nessahan Alita!


Conheça os livros do Nessahan Alita, que fala sobre sexo, relacionamentos e como lidar com as mulheres, que ajudou vários homens a superar os seus traumas por causa de relacionamentos. Conheça a real e muda de vida! Não comete besteiras de querer agredir, matar ou destruir a mulher, só porque ela te abandonou.
Ninguém abandona alguém, nós mesmo que nos abandonamos, porque a pessoa amada não ficará para sempre no nosso lado, mais  cedo ou mais tarde irá terminar. Despreza a mulher que te abandonou, esquece-a  começa pensar em você, não faz besteira de querer matar e cometer suicídio, porque a sua família, pai, mãe, irmão, irmã, primos, tios e tias te amam muito, pense neles e não na mulher que te abandonou. Eu te faço esse apelo, não por causa da mulher, mas por você mesmo. Leia esses livros que vão te ajudar muito!


Seja feliz e supera as paixões!

Trabalho sobre o feminismo
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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

A tecnica de lavagem cerebral praticado pelas feministas


A superioridade da mulher

MOVIMENTO FEMINISTA

Técnicas de lavagem cerebral praticadas pelas feministas
JORNALISTA: MÁRCIO DE ANDRADE

As feministas são seres robotizados, seus cérebros transformaram-se em cérebros eletrônicos e responde tudo aquilo que lhes foram programadas. Uma técnica de lavagem cerebral, em que o individuo se torna insensível a critica e quando são questionadas, elas se tornam um disco arranhado e não deixa o outro falar. Isso corresponde à imagem de um robô. 

As feministas sofreram uma lavagem cerebral e quer passar os seus vírus (como do computador) para a geração mais nova. É a negação do outro (os homens) desequilibrando o conceito social e familiar. Tornou-se um instrumento de guerra, a “lavagem cerebral” e o seu antídoto é a desprogramação. Ou seja, as mulheres e principalmente as gerações mais novas, têm que parar de acreditar na ideologia feminista, pois todos estão sofrendo, mulheres e homens. 

sábado, 1 de fevereiro de 2014

O guru indiano manda a Real para as feministas


Adianta o vídeo para 5:23minutos.

Na década de 1960, chegou ao Estados Unidos, o grande mestre espiritual indiano, A Sua Divina Graça A.C Bhaktivedanta Swami Prabhupada, com a função de espalhar a “Consciência de Krisna” nos países de língua inglesa. Com poucos recursos, Prabhupada adquiriu alguns discípulos e aos poucos ensinava a “Consciência de Krisna”.   

O ensinamento do Bhagavad Gita (bíblia do Hare Krisna) é totalmente contra os prazeres da vida, que o verdadeiro prazer esta no Krisna (Deus), que as pessoas deveriam controlar as suas paixões e desejos. Prabhupada considera homens inferiores, aqueles que buscam em apenas satisfazer os seus sentidos físicos, que os homens buscam sucesso profissional para ter dinheiro e várias mulheres, são considerados assuras (pessoas inferiores) onde estarão destinados a viveram na forma mais miserável da vida.

No ensinamento védico, miséria não é apenas financeiro como muitas pessoas pensam, mas sim a miséria do corpo (doença, depressão, angustia), miséria da velhice, miséria da alma, miséria da natureza (enchentes, Tsunamis, terremotos), miséria do pensamento (desejo de suicídio, pensamento confusos) e principalmente a pior de todas,  a miséria das paixões.

Então Prabhupada disse: “O homem de Primeira Classe é aquele que controla a sua mente, que controla os seus sentidos, que é muito honesto, muito limpo, muito simples, muito tolerante, muito avançado em conhecimento e aplicação pratica do conhecimento em sua vida e fé em Deus!”.

Engraçado de tudo, nos livros e vídeos do Sri Prabhupada, ele já falava na década de 60 nos E.U.A as questões das drogas, homossexualismo, aborto, feminismo, etc que refletem nos dias atuais no Brasil e no mundo. Como os americanos exportaram essas porcarias para todos os cantos do mundo, e critica severamente a mudança cultural da Índia devido pela propaganda norte americano.


Feministas distorceram o ensinamento do Bhagavad Gita
dizendo que é um livro "machista", porque condena a promiscuidade.

As feministas já criticaram o Bhagavad  Gita dizendo que é um livro “machista”, porque tem uma passagem que fala: “os homens tem que tomar conta das mulheres, porque elas são iguais as crianças!” e interpretaram essa passagem como fosse “a mulher é propriedade do homem!”. Elas são tão mal caráter, que esquecem citar outra passagem: “Os homens tem a obrigação moral de defender as mulheres, porque elas são geradores de vida. Elas são  continuidade de Deus!”.

Nos vídeos do Sri Prabhupada, ele esculacha pessoas que promovem a delinquência e promiscuidade social, que são comparados com os demônios,  em que o ateísmo são seres inferiores, porque as pessoas que zombam de Deus não são  boas coisas. O problema não é acreditar em Deus, mas sim criticar, zombar, ridicularizar todos os seres divinos, são na verdade demônios na pele de humano.

O engraçado de tudo as mídias fazem uma apologia contra o casamento tradicional entre homens e mulheres, que é uma instituição falida, mas querem sempre promover o casamento gay. Engraçado de tudo, as feministas criticam que o casamento oprimem as mulheres, mas elas querem casar entre si, pois se o casamento é uma opressão, então porque quer se casar? As mulheres deixaram de lavar a cueca do homem, para lavar a calcinha de outra mulher? Falam que os homens pensam somente em sexo, mas quando viram lésbicas se tornam promiscuas e fazem sexo com a primeira mulher que vier pela frente. Realmente vivemos numa sociedade hipócrita, começando pelos gays, lésbicas, ateus e principalmente feministas.

No vídeo Prabhupada fala realmente isso, como as mulheres independentes se tornaram objetos dos homens de status, que querem fazer sexo sem responsabilidade e depois querem resolver tudo pelo aborto e pedir esmola para o governo. Isso reflete muito bem no Brasil nos dias atuais, onde o governo dá bolsa família, auxilio creche, delegacia de policia, aposentar 5 anos mais cedo, etc em vez de pertencer ao marido, não, ao contrário pertence a vários homens e o governo: “Ficar com marido é independência , ou se tornar livre é ser explorada por todos os homens?” disse  Sri Prabhupada.

As feministas ficaram abismadas com os homens que não querem casar com mulheres promiscuas, elas falam que é “machismo”, até nisso querem mandar, que o homem se casa com uma ex promiscua. Por isso, muitas mulheres estão chegando aos 30 anos tudo solteira, porque os homens preferem ficar sozinhos a ficar com uma mulher com histórico de puta.

Mais uma prova que o feminismo odeiam as mulheres, elas falaram que iriam incentivar mais a promiscuidade feminina na intenção de tirar todas as possibilidades de escolha dos homens. Continuam assim mesmo, porque nenhum homem será  um Capitão Salva Putas.

Aos homens sejam "Homens de Primeira Classe" aprendendo a superar as paixões, controlando os seus sentidos, sendo mais racional, que possam sentir bem e felizes.

Escrevo com todo meu respeito a esse grande mestre espiritual Sri Prabhupada, que trouxe para o ocidente a “Consciência de Krisna”.
Hare Krisna

Trabalho sobre o feminismo
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